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sábado, 31 de março de 2012

Verbas para rádios comunitárias


Rádios comunitárias podem ser incluídas na Lei Rouane; projeto será votado na próxima quarta


As rádios comunitárias podem receber recursos previstos na Lei Rouanet (Lei 8.313/1991). É o que propõe um dos projetos que podem ser aprovados pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) na quarta-feira (4). Ao todo, são 33 matérias em pauta na reunião que começa às 9h.
O autor do projeto (PLS 629/2011) é o senador Paulo Paim (PT-RS). Ele justifica o investimento nas rádios comunitárias por vê-las como responsáveis por “difundir ideias, elementos de cultura, tradições e hábitos da população local, formando, integrando e estimulando o convívio social”. Paim observa que essas emissoras têm dificuldade de financiamento. “A legislação em vigor admite apenas o patrocínio como apoio cultural de estabelecimentos situados na área da comunidade. Isso não é suficiente para atender às necessidades das rádios comunitárias”, argumenta o senador.

Fonte: Agência Senado

ALÒ COMUNIDADE

Welington Costa, Fábio Mozart, Tadeu Patrício, Adriana Felizardo e Dalmo Oliveira

A edição deste sábado, 31 de março, ouviu o dramaturgo e cantor Tadeu Patrício, de Cabedelo, e o jornalista Wellington Costa. O programa também repercutiu entrevista com o deputado estadual Luciano Cartaxo e tocou Jessier Quirino. O programa tem apresentação de Fábio Mozart, Adriana Felizardo e Dalmo Oliveira. Com sonoplastia de Arnaud Dellane e apoio de estúdio de Jacinto Moreno.

Para ouvir, clique aqui: http://youtu.be/LURx38SysVk

Rádio Comunitária Diamante é a mais nova seguidora do blog da Zumbi

Helder Loureiro, fundador da Rádio Comunitária Diamante

Nossas boas vindas à Rádio Comunitária Diamante FM, da cidade de Diamente, na Paraíba.

No ar desde o dia 20 de abril de 2002, a Rádio Comunitária Diamante FM vem exercendo plenamente o seu papel histórico no contexto da comunicação democrática e cidadã, sendo, portanto, um canal verdadeiramente comprometido com as questões locais, mas, sobretudo, com a liberdade de expressão, que é um direito fundamental a garantia de justiça social, de democracia e de paz.

A Rádio fica localizada na Rua Abílio Sérvulo, 50, Centro, Diamante, Estado da Paraíba. CEP 58.994-000. Se preferir você pode entrar em contato enviando sua mensagem eletrônica para o e-mail: radio.diamantefm@hotmail

Um abraço para Diamante e todo o vale do Piancó.

sexta-feira, 30 de março de 2012

ALÔ COMUNIDADE apresenta a maior encenação da Paixão de Cristo na Paraíba



Arte-educador e teatrólogo Tadeu Patrício estará no"Alô comunidade"

Considerada a segunda maior peça teatral ao ar livre do Nordeste, depois de Nova Jerusalém, o espetáculo de Cabedelo é dirigido por Tadeu Patrício que estará no “Alô comunidade” deste sábado, 31 de março.

MAIS DEPOIMENTOS DE:

· Gilberto Júnior, da Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares;

· Gilberto Rios, diretor da Frente Nacional pela Valorização das TVs públicas;

· Deputado estadual Luciano Cartaxo;

· Paulo Frateschi, do Diretório Nacional do PT;

· Lúcia Guerra, pro-reitora e candidata a reitora da UFPB.

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O “Alô Comunidade” é produzido pela Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares e transmitido pela Rádio Tabajara (1.110 AM), reproduzido por sete rádios comunitárias e diversos blogs e sites.

O programa vai ao ar todos os sábados às 14h, com apresentação e produção de Dalmo Oliveira, Fábio Mozart, Clévia Paz e Adriana Felizardo, com reportagem de Fabiana Veloso e Marcos Veloso. Apoio técnico de Arnaud Delano.

Na internet, acesse o programa nos blogs:

www.radiozumbijp.blogspot.com

www.diretodosanhaua.blogspot.com

www.fabiomozart.blogspot.com

Carta de princípios da Rádio Comunitária Curaçá/BA


Criar condições para as crianças crescerem em ambiente culturalmente sadio é uma das metas do Projeto ACCORD. Na festa de lançamento elas foram priorizadas com a realização de diversas atividades recreativas. Na foto a comunicadora Nilma Maia coordena atividade dentro do estúdio.

ACCORD
Associação Curaçaense Comunitária de Rádio e Difusão


RÁDIO COMUNITÁRIA CURAÇÁ FM

CARTA DE PRINCÍPIOS:

1. A Rádio Comunitária Curaçá FM tem por princípio básico promover a educação, a cidadania, a cultura e a integração entre os curaçaenses.

2. Garantir, desde que devidamente identificada, o direito a qualquer pessoa de fazer críticas, sugestões ou comentários de qualquer natureza a entidades públicas e privadas.

3. Garantir o direito de resposta a qualquer pessoa que venha se sentir ofendida em depoimentos de terceiros, veiculados pela Curaçá FM.

4. Assumir sua parcela de responsabilidade na transformação qualitativa da realidade social, estimulando todos os valores que aceleram o processo histórico no sentido da justiça social, democracia, respeito aos direitos da pessoa humana.

5. Ser um centro multidisciplinar de reflexão, um lugar permanente de formação, trabalho e intensificação da postura crítica, cooperando com o desenvolvimento das ciências e artes, e contrapondo-se à rotina da mera repetição de teorias e técnicas.

6. Constituir-se em opção alternativa para explorar, em todas as direções, a liberdade de pensamento e expressão.

7. Promover uma ética de trabalho que não seja simples formalismo legal, mas que realmente comprometa o profissional com os direitos da pessoa humana.

8. Desenvolver pesquisas, cursos e serviços vinculados à realidade curaçaense voltados para as necessidades da população, facilitando-lhe instrumentos para assumir seu próprio projeto histórico de libertação.

9. Criar entre todos os seus integrantes um clima de trabalho cooperativo que possibilite um modelo de fraternidade comunitária.

10. Zelar pela documentação e pelo patrimônio da Curaçá FM, de modo a organizar uma memória que se possa constituir, na linha do tempo, em provável historiografia capaz de avaliar a eficiência da proposta encaminhada, possibilitando sua permanente reformulação.

11. Praticar sistemática autocrítica de todo seu procedimento, corrigindo erros, aperfeiçoando métodos ditados pela exigência do trabalho comprometido com a realidade social.

12. Manter em seu quadro de pessoal, colaboradores que assumam o compromisso de sustentar, propagar e desenvolver a proposta da Curaçá FM.

13. Sendo um veículo de comunicação de massa, a Curaçá FM compromete-se a pautar suas atividades pelas linhas fundamentais que consagram o homem como princípio, a realidade social brasileira como campo de trabalho, o exercício da defesa dos direitos humanos como método e a libertação como fim.

14. Não será considerada legítima a divulgação de mensagens que exponham pessoas ao ridículo ou que lhes ocasione algum tipo de constrangimento moral, exceto se o resultado dessa divulgação, comprovadamente, contribuir para a identificação de autoria ou prevenção de conduta tipificada pelo Código Penal.

15. A programação da Curaçá FM não deve incitar ao ódio e deve afirmar um compromisso com uma cultura de paz. Os comunicadores e produtores voluntários não devem estimular o público a praticar ou aceitar atos de vingança, práticas de espancamento, tortura, linchamento ou atos violentos de qualquer natureza.

16. A programação da Curaçá FM não deve incitar ao racismo e deve afirmar um compromisso com uma cultura que respeite, preserve e valorize as diferenças étnicas.

17. A programação da Curaçá FM não deve incitar à homofobia e deve afirmar um compromisso com uma cultura que reconheça o direito à livre expressão das orientações sexuais.

18. A programação da Curaçá FM não deve incitar ao machismo e deve afirmar um compromisso com uma cultura que reconheça às mulheres o exercício pleno dos seus direitos e que se contraponha às práticas de violência e discriminação contra a mulher.

19. A programação da Curaçá FM não deve incitar à violência contra quem quer que seja e, particularmente, deve zelar para que nossas crianças e adolescentes sejam tratados com respeito e consideração por seus pais, pelas autoridades constituídas e pelo conjunto da sociedade.

20. A programação da Curaçá FM não deve incitar à intolerância religiosa e deve afirmar uma cultura de respeito a todas as confissões e tradições, o que pressupõe zelo para com seus cultos, símbolos, datas e nomes sagrados.

21. A programação da Curaçá FM não deve admitir que crianças e adolescentes sejam entrevistados sobre dificuldades ou problemas vividos no interior de suas famílias, nem tampouco sobre temas que estejam além de sua capacidade de compreensão. A participação de crianças e adolescentes em entrevistas na Curaçá FM deve ser precedida pela autorização dos pais ou dos responsáveis legais. Em caso de matéria jornalística em que seja imprescindível a participação de criança ou de adolescente para que o resultado concorra para a prevenção ou identificação de autoria de conduta tipificada pelo Código Penal ou cominada como ato infracional pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, a autorização pode ser dispensada, devendo a emissora tomar todos os cuidados técnicos necessários para que a identidade da criança ou do adolescente seja rigorosamente preservada.

22. A programação infantil não deve sugerir ou autorizar a conclusão por parte das crianças de que:
I - a violência não machuca ou não produz sofrimento para a vítima ou conseqüências para o agressor;
II - a violência seja um tipo de comportamento não perigoso e, de qualquer forma, desejável;
III - a violência seja desculpável ou menos danosa quando praticada pelos personagens positivos com os quais elas tendem a se identificar.

23. Deve ser expressamente vedada a propaganda de armamentos, bem como a apologia da guerra.

24. A programação da Curaçá FM deve tratar da sexualidade evitando a reprodução de preconceitos. A emissora deve desenvolver cuidados especiais para que seus programas não permitam o acesso indiscriminado a:
I - Relatos de sexo explícito, ou descrição detalhada dos órgãos sexuais;
II - Depoimentos que envolvam ou insinuem relações sexuais entre seres humanos e animais;
III - Falas que possam estimular – pelo contexto em que sejam apresentadas - o exercício de relações sexuais mediante o uso de violência ou submissão pela força;
IV - Falas que possam estimular – pelo contexto em que seja apresentada – a precipitação da sexualidade infantil.

25. A programação da Curaçá FM deve evitar a reprodução de estereótipos. A emissora deve tomar cuidados especiais para que grupos particularmente fragilizados como doentes mentais, dependentes químicos, deficientes físicos, portadores do vírus HIV, entre outros, não sejam diminuídos pelo emprego de linguagem estereotipada.

26. A programação da Curaçá FM não deverá valorizar ou estimular a exploração sexual, o incesto, o abuso sexual, a pedofilia ou a zoofilia.



quarta-feira, 28 de março de 2012

FNDC se reúne com Ministro das Comunicações

Nesta segunda-feira, 26, a coordenação executiva do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) reuniu-se com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. O encontro teve como foco o debate sobre o novo Marco Regulatório das Comunicações.

O FNDC apresentou ao Ministério o balanço político realizado em sua 16ª Plenária, que apontou como pauta central de atuação para o Fórum a luta para que a proposta de um novo arcabouço legal para as comunicações fosse colocada pelo governo para debate público.

Os integrantes do Fórum reafirmaram a Plataforma dos 20 Pontos para uma Comunicação Democrática, entregue ao ministro em 18 de outubro, e cobraram uma interlocução maior do ministério com a sociedade civil, não apenas no processo de construção da consulta, mas também das políticas de comunicação por meio da constituição de uma mesa de diálogo. Embora reconheça o esforço do Ministério das Comunicações em organizar o funcionamento administrativo e desburocratizar o setor, o FNDC entende que questões fundamentais para ampliar a pluralidade e a diversidade das comunicações e garantir a universalização do acesso à banda larga têm ficado ausentes da agenda.

Nesse sentido, o Fórum questionou a opção que vem sendo feita pelo Ministério de promover alterações de modo fragmentado, ao aprovar decretos e portarias que incidem sobre questões administrativas mas não mexem nas desigualdades estruturais do setor. Um exemplo é a portaria que modifica a norma de funcionamento das rádios comunitárias, que acabou limitando ainda mais suas condições de funcionamento. Outro é o decreto que alterou o sistema de licitações das concessões, que poderia ter modificado os critérios das outorgas a fim de fortalecer o sistema público e a diversidade do sistema, mas limitou-se a mudanças pontuais. Além de se configurarem como ‘oportunidades perdidas’, algumas dessas medidas têm sido tomadas sem processos de consulta pública e diálogo com a sociedade civil. Diante das colocações feitas a este respeito, o ministro Paulo Bernardo já orientou que o FNDC fosse consultado sobre o novo decreto das rádios comunitárias que será publicado pelo ministério.

O FNDC informou ao ministro Paulo Bernardo que está estruturando uma campanha em defesa da Liberdade de Expressão e do novo marco regulatório das comunicações e registrou que é preciso um envolvimento maior do governo no debate público para desfazer a ideia – construída pelos setores contrários ao estabelecimento de regras democráticas – de que regulação é censura. Apontou, ainda, que o debate regulatório deve ser feito sem tabus, não se restringindo a aspectos econômicos e técnicos, mas buscando incorporar instrumentos de defesa dos direitos humanos, de respeito à diversidade, de proteção à infância e adolescência, em consonância com os artigos 220 e 221 da Constituição Federal, e à luz do que já é praticado em vários países como Inglaterra, França, Portugal e Estados Unidos.

O Fórum mostrou ainda preocupação com o processo de judicialização da política de comunicação, com inúmeras ações no Supremo Tribunal Federal e em outras instâncias do Judiciário para anular conquistas como a Classificação Indicativa e a Lei 12485 – a nova lei da TV por Assinatura.

O ministro Paulo Bernardo reafirmou o compromisso de colocar em consulta, ainda no primeiro semestre, as questões elaboradas para subsidiar o debate sobre o marco regulatório, e sinalizou que o ministério vai deixar aberta a consulta pelo tempo que for necessário para garantir uma ampla participação social. Sobre o teor do que será colocado em debate, o ministro afirmou que o governo não pretende “impor censura aos meios de comunicação” e foi vago ao abordar as questões envolvendo regulação de conteúdo.

Na avaliação do FNDC, a reunião com o ministério confirma a necessidade de se deflagrar uma ampla campanha em defesa da Liberdade de Expressão e que aponte para a construção de um novo marco regulatório para as comunicações.

A estratégia do governo de apresentar o debate para a sociedade através de questões, se não for combinada com um debate profundo sobre o tema e que enfrente a oposição conservadora dos meios de comunicação, pode ter um resultado desfavorável, redundando apenas numa reestruturação técnica que não englobe questões essenciais para a efetiva democratização das comunicações.

Neste sentido, o FNDC reafirma o convite a organizações, intelectuais, jornalistas, movimento sociais e a todos os que lutam por uma comunicação mais democrática para participarem do Seminário que acontecerá no dia 4 de maio, em São Paulo, para construir a campanha pela Liberdade de Expressão.

Coordenação Executiva do FNDC:

CUT – Central Única dos Trabalhadores (Coordenação Geral)
Abraço – Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária
Aneate – Associação Nacional das Entidades de Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão
Arpub – Associação das Rádios Públicas do Brasil
Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé
CFP – Conselho Federal de Psicologia
Fitert – Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão
Fittel – Federação Interestadual dos Trabalhadores em Telecomunicações
Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social

Rádio Zumbi vai operar canal de rádio web


A Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares está se preparando para transmitir via internet, com uma programação diferenciada atendendo a todos os segmentos.

A Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares na web vai atuar também de maneira diferente do modelo comercial, abrindo espaço para as entidades do movimento social e artistas alternativos.

Sem compromisso com lucros, a equipe da rádio espera esbanjar criatividade e fazer uma programação que atenda ao nosso bairro, mas que também possa ser ouvida por qualquer pessoa em outras regiões.

Conforme Gilberto Bastos Júnior, da equipe de produção, a Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares vai tentar atuar com um esquema de transmissão de rua, buscando as notícias em tempo real e procurando discutir os problemas com a comunidade. “Vamos tentar nos contrapor com o jeito “vampiro” de fazer jornalismo radiofônico das rádios comerciais”, disse ele.

terça-feira, 27 de março de 2012

Radialista de Brasília é o novo seguidor do nosso blog

Roberto Walkasther é radialista, mora em Taquatinga, Brasília. Para nossa alegria, registrou-se como novo seguidor do blog da Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares.

Os nossos votos de boas vindas e o nosso agradecimento. Um grande abraço.

segunda-feira, 26 de março de 2012

As rádios comunitárias na internet



Por Lucadeoli

O rádio conquista a rede mundial de computadores, sem encontrar barreiras, ultrapassando fronteiras e limites, alcançando todo o Brasil, assim como o mundo. A transmissão por ondas sai de cenário e entra a transmissão on line. Não só rádios comerciais começaram com esse tipo de transmissão, mas as comunitárias também encontraram espaço, transmitindo programações ao vivo através da internet.

Com o objetivo de fortalecer a democratização da comunicação e exercer a cidadania, a rádio comunitária viu a internet como um meio alternativo e uma oportunidade de informar com liberdade, driblando as perseguições, o preconceito e a exclusão. O número deste tipo de emissoras que usam a web ainda é pequeno, devido à falta de recursos, dentre outras dificuldades, mas está cada vez mais barato investir numa transmissão na rede.

A rádio comunitária RP Notícias, de Rio das Pedras, Jacarepaguá, migrou para a internet há cerca de um ano, com a pretensão de estender a sua programação a outras cidades e países. A rádio ampliou, assim, a relação entre público e locutores, mas sem deixar a transmissão por antena. É o que explica a diretora Vanda Santos: “A rádio convencional tem um limite de alcance – funciona apenas nas adjacências. Na net, ela vai além e a audiência é bem grande em outras cidades do Brasil, principalmente no Nordeste”, diz.

Miranda, dirigente da Rádio Jovem, de Casimiro de Abreu, no estado do Rio de Janeiro, diz que a transmissão via internet foi um complemento, porque viu a necessidade de aumentar a abrangência da emissora, que tem um limite de potência.

Outra comunitária que alçou vôos rumo à web há três anos é a Rádio Maré, também do Rio de Janeiro. O diretor Wladimir Aguiar acredita que as transmissões analógicas serão extintas e por isso viu a internet como um meio de explorar novos públicos e garantir um espaço.

Ele explica que as transmissões on line oferecem uma grande flexibilidade tecnológica: “Alguns programas são produzidos e veiculados ao vivo, fora da favela, e transmitidos remotamente pelo estúdio principal. Temos total controle do estúdio do Morro do Timbau, no complexo de favelas da Maré. Muitas entrevistas são transmitidas ao vivo, sem a necessidade de estar no estúdio".

Perguntado sobre as diferenças entre a Rádio Maré “antena” e a Rádio Maré na internet, Wladimir Aguiar responde que não existe nenhuma, em questão de programação, mas em questões técnicas, sim: “A interação é “full-duplex”, na qual o ouvinte interage e se integra na programação de qualquer lugar do planeta, desde que tenha uma conexão com a rede mundial de computadores. Isso derruba qualquer tentativa da grande mídia de limitar nosso raio de alcance a 1 km".

O diretor da Rádio Maré desabafa: “Agora, o que vale é a qualidade da programação. É a democracia nos meios de comunicação na marra. Esse é o preço que terão de pagar pelo progresso. Nunca o movimento pela democracia nos meios de comunicação poderia imaginar que seria tão fácil montar uma rádio. São os novos tempos da comunicação. Por R$ 9,90, se pode transmitir uma rádio na web. Estou muito feliz por isso. Lembro de muitos companheiros que foram presos, humilhados e processados. Isso prova que estávamos certos, pois a lei de radcom ficou esdrúxula. E agora, a web rádio vai derrubar avião?”, questiona.

Wanderley Gomes diz que a Rádio Estilo Livre, no Vidigal, da qual é dirigente, ainda encontra-se fora da internet, pois o custo é alto e a emissora não tem condições de bancar. Ele acredita que, se os custos fossem barateados, isso seria uma realidade.
Estima-se que 286 rádios comunitárias estão na web, sendo 21% no Rio de Janeiro, 48% em São Paulo, 19% na Bahia e 32% em Minas Gerais, entre outros estados brasileiros, segundo dados do Ministério das Comunicações, de 02 de junho em 2008.*

O surgimento e a evolução do rádio
Quando o rádio surgiu, uma nova forma de comunicação apareceu, encurtando distâncias e alcançando lugares nunca antes explorados. O italiano Guglielmo Marconi desenvolveu a tecnologia de transmissão de sons por ondas de rádios no fim do século XIX, mas a Suprema Corte Americana reconheceu Nikola Tesla como o criador do veículo, já que Marconi usara 19 patentes dele em seu projeto.

De lá para cá, muitos avanços aconteceram. Com o rádio não poderia ser diferente. Depois da invenção da televisão, julgava-se que ele não sobreviveria. Porém, o inverso aconteceu: o rádio acompanhou as mudanças tecnológicas e evoluiu. As rádios AM e FM passaram a transmitir via satélite a partir de 1962. Hoje, se fala do rádio digital, ainda em fase de definição, prometendo revolucionar este meio.

Com surgimento em 1988, a internet prova que é um poderoso veículo de comunicação mundial e propõe a liberdade de expressão de várias maneiras, seja através de sites, blogs e redes de relacionamento, por exemplo, e oferecendo diversos recursos e ferramentas inovadoras.

* Fonte: Enciclopédia Metodista

domingo, 25 de março de 2012

Abraço-PE fecha cooperação técnica com a FACOL

A Abraço-PE (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária de Pernambuco) caminha para uma parceria jamais vista em Pernambuco com a Faculdade Osman Lins. Desta forma, torna-se a primeira instituição de ensino superior a fechar uma parceria com a entidade. O documento deve ser assinado em breve pelo diretor pedagógico da faculdade, professor Péricles Austregésilo e pela diretoria Executiva da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária de Pernambuco.

A parceria possibilita diversas ações, que incluem principalmente os radialistas comunitários e membros das rádios no curso de gestão em Rádio e TV. O curso oferecido pela FACOL é de dois anos em gestão, onde o futuro profissional poderá atuar como gestor de veículos de comunicação ou como repórter, produtor, apresentador e editor.

Hoje a Faculdade conta com toda estrutura de áudio e vídeo da TV Tabocas, estúdio e equipamentos para a produção de programas desenvolvidos pela TV Nova Nordeste. Em contra partida, a Abraço/PE, irá divulgar em suas rádios afiliadas “O Momento Facol”, um programa voltado para as questões sociais e de cidadania.

O diretor pedagógico, Péricles Austregésilo destaca que a parceria irá proporcionar vários benefícios para os alunos da FACOL. “Essa parceria cria um novo paradigma para a faculdade e para os alunos da FACOL, possibilitando assim um elo entre instituições”, afirma.

O coordenador Executivo da Abraço/PE, Flávio Marques, destaca também que a parceria cria perspectivas futuras para os radialistas comunitários e alunos da FACOL, por meio da produção cooperada de programas.

Para o coordenador de Mobilização da Abraço/PE, J. Neto, a parceira será de grande importância no sentido de capacitar os radialistas comunitários dando a eles uma oportunidade para crescer profissionalmente, legitimar sua atividade e expandir seus conhecimentos técnicos.

“Estamos dando mais um passo nesse caminho, buscando parcerias em diversos setores, em prol de uma comunicação mais justa e solidária para a população”, pontua Gilmar Santos, coordenadora de Formação e Inovação Tecnologia da Abraço/PE.

Participaram do encontro na sede da FACOL, em Vitória de Santo Antão-PE, na última quinta-feira (15), o coordenador executivo da Abraço-PE, Flávio Marques, Gilmar Santos, coordenador de formação e inovação tecnológica, o coordenador de organização e mobilização, J. Neto, e Domingos Sávio, coordenador regional da zona da Mata Sul. Além do diretor geral da FACOL, Dr. Paulo Roberto, e Péricles Austregésilo, diretor pedagógico.


Abraço Nacional

sábado, 24 de março de 2012

ALÔ COMUNIDADE



Militante diz que a luta pela democratização das comunicações na Paraíba ainda é incipiente

Diversos representantes de vários setores dos movimentos sociais da Paraíba participam nos dias 24 e 25 de março, no auditório 412 do CCHLA, no campus 1 da UFPB, de um evento promovido pela Assembléia Popular e outros parceiros. Na manhã do sábado (24) ocorreu uma ampla análise de conjuntura local, nacional e mundial, tendo a facilitação dos professores Zé Neto (CE) e Alder Júlio.

Segundo Sávia Cássia, umas das organizadoras o evento, o objetivo é “fortalecer as lutas dos movimentos sociais, a partir de uma leitura coletiva da realidade na construção de um projeto popular para o Brasil”. Nas primeiras falas, foram destacadas questões como ambiente, economia solidária, direitos humanos, promoção da igualdade racial, direitos das mulheres e LGBT, luta agrária entre outros.

Sávia Cássia lamentou a ausência de organizações do meio popular que defendem a democratização das comunicações no evento. Para ela, na Paraíba o movimento pela democratrização da mídia ainda não se fortaleceu o bastante para mostrar sua cara.

OUÇA NO PROGRAMA “ALÔ COMUNIDADE”, da Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares – Parceria com a Rádio Tabajara da Paraíba, rádios comunitárias Acauã, Lagoa FM, Voz Popular, Alquimia, Independente do Timbó, Vale do Paraíba, Diversidade e Rainha.

AINDA Entrevista com Adeildo Vieira, Vant Vaz e Ivan Santos.

Radiofônico produzido pela Associação Cultural Posse Nova República. Gravado ao vivo na Radio Tabajara AM, no dia 24 de março de 2012.

Produção e locução de Dalmo Oliveira. Locução de Adriana Felizardo. Reportagem externa de Fabiana Veloso. Apoio de estúdio de Joanna Cesario. Sonoplastia de Arnaud Dellane.

Clique aqui para ouvir:

http://youtu.be/Qm5d6-2maaI

sexta-feira, 23 de março de 2012

SERGIPE



Integrantes de rádios comunitárias passarão por qualificação

A Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária em Sergipe (Abraco-SE), em parceria com a Agência Voz promove, no próximo dia 31, uma oficina de formação, automação e produção em rádio. O curso tem como objetivo capacitar os profissionais que trabalham em rádios comunitárias de forma dinâmica e interativa, buscando adequação com as novas tecnologias.

De acordo com o presidente da Abraco-SE, Roberto Amorim, os profissionais dessa área precisam se interar dos novos métodos de comunicação, bem como a função pública do rádio. “Nessa oficina os participantes aprenderão a produzir, gerir e planejar seu trabalho com mais competência para poder interagir melhor com a sua comunidade, pois esse é maior trabalho de uma rádio comunitaria”, disse.

Para o locutor da rádio comunitária Anchieta FM, localizada no conjunto Augusto Franco, Thiago Boaventura (foto), a oficina será uma ótima oportunidade de adquirir conhecimento para quem ainda não fez um curso técnico ou faculdade, mas adora a área de radiodifusão. “Já estou aqui na rádio há quatro anos e pretendo me especializar cada vez mais nessa área e vejo que nesse curso vamos ter oportunidade de obter novos conhecimentos nas áreas técnicas e práticas”, ressaltou

O curso será ministrado pelos jornalistas Carolina Wescrup, e Paulo Vitor, pelo radialista Marcos Aurélio Rodrigues, o técnico em telecomunicações Célio Santos e J. Nascimento, técnico operacional de áudio. As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas através do site WWW.abracose.webnode.com.br.

Por Adriana Menezes – F5 News Sergipe

Sociedade civil aciona TV e rádios comerciais


“Banho de sangue” na TV gera ação pública na Paraíba

Mais do que expressar sua opinião, alguns repórteres e apresentadores de rádio e televisão fazem um discurso de ódio, incitando a violência. Esse é o entendimento de um grupo de advogados que está entrando com ação na Justiça contra alguns órgãos de comunicação da Paraíba, entre eles o Sistema Correio de Comunicação, por exibir cenas de extrema violência em horário impróprio.

O ajuizamento de ação penal contra as estações de rádio e TV e seus apresentadores vem preocupando os empresários de comunicação do Estado. “ A TV Cabo Branco está abrindo os olhos das concorrentes quanto ao banho de sangue e fraturas expostas, existentes nos programas policiais. Eu mesmo que fui repórter policial e não tenho frescura de ver nada, deixei de ver esses programas pelo mau gosto e pela péssima qualidade de imagens”, disse o veterano jornalista Anco Márcio.

Conforme estudos elaborados em diversos países e publicados pela Andi-Comunicação e Direitos e o Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social, é enorme o impacto da exposição de crianças e adolescentes a cenas de sexo e violência na televisão. A conclusão é que, majoritariamente, o contato regular de garotos e garotas com conteúdos inadequados pode levar a sérias consequências, como comportamentos de imitação, agressão, medo, ansiedade, concepções errôneas sobre a violência real e sexualização precoce. Para alguns advogados, as estações de rádio e TV que exibem cenas de violência em horário impróprio podem ser acionadas com base no Estatuto da Criança e do Adolescente, maiores vítimas da influência da mídia.

quarta-feira, 21 de março de 2012

ABRAÇO-PB vai compor Conselho Estadual de Cultura

Fábio Mozart entrevista Rodolfo Crea na Rádio Comunitária Diversidade do Jardim Veneza


O coordenador de Relações Institucionais e Culturais da ABRAÇO-PB, Rodolfo Crea Raimundo, irá compor o recém-criado Conselho Estadual de Cultura da Paraíba. O órgão vai discutir as políticas públicas desse setor e dar as diretrizes para as ações do governo nessa área.

A ABRAÇO-PB deve dividir o mandato com a Associação Paraibana de Imprensa (API). “A ideia é que as duas entidades negociem um revezamento na titularidade da cadeira do Conselho”, disse Pedro Santos, assessor de imprensa da Secretaria de Estado da Cultura da Paraíba, ao informar sobre convite para a entidade indicar seu representante para o órgão colegiado.

O coordenador de finanças da ABRAÇO-PB, Agnaldo Vasconcelos, disse que Rodolfo irá representar bem a entidade no Conselho de Cultura, opinião também de Rosângela Santos, da Rádio Comunitária Voz Popular, para quem a ABRAÇo terá muitas responsabilidades pela frente para levar nossos conceitos de cultura envolvendo a informação qualificada e segmentada através das rádios comunitárias.


Rádio Comunitária Cantareira de Brasilândia-SP contribui com o desenvolvimento social


A Rádio Comunitária Cantareira na cidade de Brasilândia – Zona Norte de São Paulo, é sucesso entre os moradores da região. A emissora conseguiu outorga do Ministério das Comunicações no ano de 2012, e opera legalmente 24 horas por dia. “Algumas pessoas achavam que era conversa. Quando a gente de fato conseguiu animar uma equipe em torno do projeto e pôs a rádio no ar, foi a grande novidade”, diz o comunicador Silton José Rosembar.

Além de oferecer uma programação voltada para a cultura e o lazer, a Associação Cantareira promove cursos de comunicação ambiental com aproximadamente 50 jovens de Brasilândia e da Freguesia do Ó. “São jovens e adolescentes que estão estudando temas do meio ambiente e transformando isso em comunicação. Para isso estão aprendendo a usar os programas de edição de áudio e também de edição para as mídias digitais”, diz a pedagoga, Janis Acundra.

A rádio também abre espaço para artistas independentes divulgarem seus trabalhos. “É um trabalho muito legal, pois não é atrelado ao lado comercial e sim ao lado cultural”, destaca o músico Rodrigo Fernandes.

O projeto voluntário que resultou neste grande sucesso entre os moradores de Brasilândia, é um exemplo de benfeitoria social que uma rádio comunitária pode proporcionar à sua comunidade. .“A rádio Comunitária Cantareira é formada por comunicadores voluntários. Nós temos uma equipe de pessoas da comunidade que fazem seus projetos e apresentam seus programas na rádio”, explica Juçara Zottis, coordenadora de projetos.

A Abraço (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária) saúda todos os voluntários da Rádio Comunitária Cantareira por esta atitude que se concretiza para contribuir com o desenvolvimento social e a democratização da comunicação no Brasil. Parabéns à toda a comunidade de Brasilândia.

terça-feira, 20 de março de 2012

Câmara de Sapé (PB) homenageia radialista comunitário

Mestre Camilo e família


A Câmara Municipal de Sapé, Paraíba, realizará sessão solene para a entrega da Comenda Poeta Augusto dos Anjos ao palhaço de pastoril e comunicador comunitário Camilo de Lélis Lins, o Mestre Camilo, diretor da Rádio Comunitária Sapé FM. O evento será no dia 21 de março às 18 horas no Plenário “Severino Damião da Silva”, no Centro Social Urbano de Sapé.

Mestre Camilo é compositor e artista do pastoril profano, onde faz o papel de “bedegueba”, o velho palhaço dessa tradicional encenação de rua. Fundou a Rádio Comunitária Sapé, e atualmente exerce a função de diretor do Centro Social Urbano.

O radialista Camilo de Lélis tem uma atuação de cerca de 30 anos na área de comunicação, trabalhando na radiofonia comercial como controlista e em carros de som. “Sem a sua capacidade de resistência, sem a sua luta Sapé não teria a sua rádio comunitária”, disse Fábio Mozart, também radialista comunitário e um dos que ajudaram na criação e instalação da Rádio Comunitária Sapé. Para Mozart, Camilo é um profissional que gosta do que faz, zeloso no seu labor do dia a dia, virtudes que contribuíram para a superação dos obstáculos para a implantação da emissora popular sapeense.

segunda-feira, 19 de março de 2012

CAPUTIRA/MG




Rádio Comunitária sofre intervenção e tem nova diretoria no comando

Caputira (MG) - Os fundadores da Rádio Comunitária Alerta FM, da cidade de Caputira (MG), Sebastião Júnior, Sebastião Pereira Mageste e Ivan Ribeiro (foto), assumiram a direção da emissora desde o dia 1º de fevereiro de 2012.

A necessidade da intervenção dos fundadores na direção da rádio comunitária se deu pelo fato de a mesma estar desde março de 2011 sem uma direção legalmente constituída, contrariando a legislação em vigor e em virtude de seus “dirigentes” estarem cometendo graves irregularidades no decorrer da programação.

As providências foram legalmente tomadas em consonância com o Estatuto da Entidade. Inicialmente, foi constituída uma Comissão Diretora Provisória para dirigir a entidade até a realização de eleição para constituir nova diretoria.

A primeira providência da Comissão foi a suspensão imediata da programação normal para reorganização e a instauração de uma auditoria interna que se fez necessária por ter sido encontrado fortes indícios de irregularidades na movimentação financeira e contábil da entidade. Os auditores estão trabalhando com a perspectiva de concluir a auditoria ainda no mês de março. Assim que concluída a direção tomará as providências cabíveis.

Hoje a programação já foi normalizada para atendimento à comunidade e nova eleição para compor a Diretoria Executiva já está marcada para o dia 18 de março.

E, o mais importante: a Rádio Comunitária Alerta FM está sendo devolvida para a comunidade, de quem nunca deveria ter sido tomada.

Fonte: Site da Rádio Comunitária Alerta FM


domingo, 18 de março de 2012

“Alô comunidade” já está no ar


O Alô Comunidade! deste sábado, dia 17, entrevistou o professor Ivaldo Gomes, que falou sobre a campanha do voto nulo para as próximas eleições. Ivaldo comentou ainda sobre a democratização da comunicação e sobre os dispositivos de transparência dos governos

Entrevistou também o comunicador e radialista Antônio Carlos (foto) da rádio comunitária Rainha FM, de Itabaiana. O secretário de Comunicação Institucional do Estado da Paraíba, jornalista Nonato Bandeira, também está no programa, falando sobre as ações de sua pasta para fomento da democratização da comunicação no âmbito da máquina pública.

O programa noticiou fechamento de rádio comunitária Novo Horizonte, na cidade de Natal (RN). Reportou ainda o lançamento do novo filme de Jacinto Moreno, “Luz no fim do túnel”. O programa traz notícia a nova lei de acesso à informação nos órgãos públicos.

Na sessão musical MPPQ, Henrique Ornelas e o aboio de Lila Aboiadora.

Apresentação de Fábio Mozart, Dalmo Oliveira e Adriana Felizardo, com apoio de Jacinto Moreno. Sonoplastia de Arnaud Dellane.

RÁDIO COMUNITÁRIA ZUMBI DOS PALMARES - Parceria: RÁDIO TABAJARA 1.110 AM

Ouça pelo Youtube no link <http://youtu.be/B9wzoeeliho>