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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Abraço – PB elege Coordenação Regional da Mata




A Abraço – PB (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária da Paraíba) realizou no sábado, dia 24 de novembro, o Seminário de Comunicação Comunitária. O evento aconteceu na sede do SINTEL em João Pessoa, em parceria com a ONG Amazona. Além dos diversos conteúdos de formação, o evento serviu para dar dicas de captação de recursos e organização do
movimento. Os palestrantes mostraram técnicas de como usar a web para melhor divulgar as rádios comunitárias.

No estado da Paraíba, a Macro Região da Mata, que compreende os municípios do Litoral Norte, Litoral Sul e Região de Sapé, são 16 emissoras das quais estiveram presentes 11 entidades. O encontro também abordou as lutas do movimento de radiodifusão comunitária e elegeu a Executiva Regional. Foi estabelecido também, uma nova data para planejamento e para que cada Micro Região indique o membro que irá representá-la na coordenação.

A Executiva Regional da Mata ficou composta por: Katiucha Maria da Cunha Gomes – Rádio Voz Popular de João Pessoa, Severino do Ramo Silva – Rádio Alvorada FM de Jacaraú, Amanda Pereira da Silva – Rádio Boa Vista de João Pessoa, Rodolfo Crea Raimundo – Rádio Alquimista de João Pessoa e Severino Ramos do Nascimento – Rádio Araçá FM de Mari.

A Abraço Nacional felicita todos os componentes, que a partir deste seminário, contribuirão com mais qualidade em radiodifusão para a população do Estado da Paraíba.

Abraço Nacional

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A escolha do padrão do rádio digital no contexto das rádios comunitárias





Por Rafael Diniz e Nils Brock


O seguinte texto pretende explicar um pouco mais a respeito dos dois padrões de radiodifusão digital em debate no Brasil com foco no contexto e preocupações das rádios comunitárias. Resumimos algumas características tecnológicas de interesse comunitário e suas implicações sociais e terminamos com uma descrição da postura do DRM-Brasil dentro do debate, como um ator que reconhece a importância e suporta a futura existência das rádios comunitárias transmitindo tanto em analógico quanto em digital. De maneira comparativa, o texto pretende socializar conhecimentos com as rádios comunitárias, intensificando o debate com elas e suas associações. Esperamos que este diálogo possa contribuir com uma iniciativa ampla para garantir um futuro aberto e participativo da radiodifusão no Brasil, na América Latina e no mundo.

1. O que é um padrão de rádio? Como se distinguem padrões analógicos e digitais?

Um padrão de radiodifusão define a forma como é feita transmissão de conteúdo, principalmente audiofônico, através do espectro, com a finalidade de enviar sinais que serão recebidos por receptores, dado certas regras e normas de uso. FM e AM são os padrões analógicos de rádio atualmente utilizados, aceitos mundialmente e em funcionamento há décadas em muitos países. Ambos os padrões de rádio digital considerados pelo Brasil, DRM e HD Radio, permitem a coexistência dos atuais modos de transmissão, com diferentes características tecnológicas e implicações sociais.

2. Características tecnológicas do rádio digital

2.1.De que maneira o DRM e HD Radio permitem um uso compartilhado da faixa do FM e outras faixas?

HD Radio: Permite um uso compartilhado entre sinais analógicos e digitais na faixa de FM. Não existe uma proposta do HD Radio para emissões digitais nas faixas de Ondas Tropicais e Ondas Curtas. Na faixa de Ondas Médias (faixa onde se utiliza a modulação AM), o sistema não se mostra satisfatório e apresenta uma lenta adoção nos Estados Unidos.

O DRM permite compartilhar frequências dentro do FM e adicionalmente em todas as outras faixas de radiodifusão, por exemplo as Ondas Curtas, pelas quais hoje transmitem emissoras da EBC, como a Rádio Nacional da Amazônia, que garante uma cobertura radiofônica em todo Brasil, como serviço gratuito e universal.

2.2.Como mudará o número de frequências disponíveis?

Dentro de um ambiente compartilhado entre usos analógicos e digitais se podem distinguir os padrões HD Radio e DRM nas seguintes visões:
HD Radio: Pretende compartilhar a faixa FM entre rádios analógicas e digitais. Num ambiente isolado (na banda de 88 a 108MHz) se poderia manter o mesmo número de rádios analógicas, permitindo que estas mesmas rádios transmitam também em digital. Pelo fato do sistema utilizar os dois canais adjacentes ao analógico (superior e inferior, considerando os 200kHz do FM somados aos 200kHz do sinal HD, resulta em 400kHz e, em AM, 20kHz que somados aos 10kHz do AM chega a 30kHz), sinais de emissoras nestas frequências adjacentes, que estejam em regiões próximas, poderão sofrer interferência. Desta forma, tanto a recepção digital quanto a analógica serão prejudicadas.

[ver: Minassian, Ara – SEMINÁRIO DE RÁDIO DIGITAL Impactos na Gestão do Espectro de Radiofrequência, em: http://www.mc.gov.br/servicos/apresentacoes/doc_download/432-ara-apkar-minassian-anatel]

Vale a pena sublinhar dois pontos: compartilhar não significa que assim se assegure a futura existência de todas as licenças e outorgas. Rádios de baixa potência, por exemplo, poderiam tanto sofrer interferência de emissoras potentes como serem consideradas causadoras destas interferências, justificando argumentos para o seu fechamento. Além disso o HD Radio não possui uma proposta para o futuro uso das Ondas Curtas e Tropicais.

DRM: Pode compartilhar a banda do FM com as transmissões digitais, mas também pode aproveitar outras faixas de espectro. Quando transmitido em canal adjacente, o sinal digital DRM ocupa somente um desses canais (inferior OU superior, considerando os 200kHz do FM somados aos 100kHz do sinal DRM, resulta em 300kHz e, em AM, 10kHz que somados aos 10kHz do AM chega a 20kHz) de forma a permitir uma gestão do espectro que garanta uma menor interferência entre distintas emissoras. No caso de não ser possível emitir o sinal digital em canal adjacente devido a interferência [Minassian, Ara, ibidem], é possível fazer o simulcast (transmissão simultânea) analógico/digital posicionando o sinal digital em frequência distinta, dentro da faixa dos canais 5 e 6 da TV analógico, por exemplo. Essa característica de flexibilidade do DRM garante uma gestão ótima do espectro sem que haja nenhuma interferência destrutiva entre emissoras.

O número disponível de estações depende de como será negociado o futuro uso do espectro por atores estatais, públicos, comerciais, comunitários, etc. De toda forma, no processo de digitalização, a introdução do DRM não restringiria o acesso de rádios comunitárias à faixa do FM analógica, onde o acesso depende mais da legislação vigente sobre o uso de licenças e outorgas. Em comparação direta com a transmissão HD Radio + FM, a cada 4 emissoras DRM + FM, caberiam somente 3 emissoras HD Radio + FM.

Dentro de um ambiente totalmente digital, os padrões se distinguem da seguinte forma:
HD Radio: Prevê uma canalização de 400kHz. Na banda atual de FM analógica, será possível, com a digitalização, uma transmissão HD Radio a cada dois canais FM, num total de 50 emissoras em ambiente isolado (sem considerar características geográficas), considerando-se a faixa de 88MHz a 108MHz.

DRM: Prevê uma canalização de 100kHz. Na banda atual de FM analógica, serão possíveis duas transmissões DRM por canal FM, num total de 200 emissoras em ambiente isolado (sem considerar características geográficas), considerando-se a faixa de 88MHz a 108MHz.

2.3.Como mudará a questão de potência e recepção?

Antes de falar dos dois padrões em questão, apresentamos algumas características gerais sobre a questão da potência no ambiente digital:
O ambiente digital exige que seja estabelecida uma relação de potência entre a transmissão analógica e digital. Considerando uma estação FM com dada potência, pode-se transmitir com o sinal digital em canal adjacente com uma potência menor porém com o mesmo alcance do sinal analógico, ou alternativamente, pode-se manter a mesma potência analógica abrangendo uma maior área de cobertura. Isso influencia também na questão do uso igualitário do espectro entre os distintos atores radiofônicos estatais, comerciais e comunitários.

Na recepção digital o áudio ou é recebido com qualidade perfeita ou não é recebido, sendo que no limite da área de cobertura do sinal, o áudio fica cortando. Ademais, existe um atraso entre o áudio injetado no transmissor e o áudio reproduzido pelo receptor (no DRM esse atraso varia de 0,4s a 2,5s e no HD varia de 4s a 8s).

As características dos padrões ligados à potência e distintos tipos de emissoras de rádios são:
O HD Radio não foi pensado para emissoras de baixa potência. Fica evidente que este sistema é inadequado para a realidade brasileira onde cerca de 7.000 emissoras são de baixa potência. Tais emissoras seriam eventualmente enfraquecidas pela interferência de sinais de alta potência de rádios transmitindo em frequência adjacentes.

O DRMnão prioriza nenhuma classe de potência, permitindo a coexistência de rádios de distintos alcances, fomentando a diversidade de usos do meio.

2.4.Abertura e flexibilidade do padrão

HD Rádio estáprevisto para operar nas faixas do FM (VHF banda II) e OM, sendo que em OM não funciona satisfatoriamente segundo as próprias emissoras norte-americanas.
[ver http://hdradiofarce.blogspot.com.br/2009/08/hd-radio-am-hd-radio.html]
Não possui solução para as bandas de OT e OC. O codec de áudio do HD Radio é segredo industrial e possui uma implementação cara que só é vendida pela empresa que detém o padrão, a Ibiquity, ou com sua autorizada brasileira, a TellHD. Tanto no uso compartilhado como em ambiente digital puro, funciona como um padrão comercial fechado.
O DRM: pode se aplicar a todas as faixas de frequência, de acordo com as necessidades e visões da sociedade civil. Pode ser usado dentro e fora da faixa FM.

Possui a capacidade de transmitir mais de um programa de áudio pela mesma infraestrutura de transmissão permitindo que, por exemplo, até quatro programas de áudio da mesma emissora ou de emissoras distintas sejam transmitidos de forma compartilhada simultaneamente.

O codec de audio do DRM é o AAC, que é o mesmo da TV Digital, fato que permite a um equipamento receptor de TV Digital compartilhe tanto o hardware que decodifica o AAC como os royalties, que seriam pagos somente uma vez para ambos sistemas, tanto de rádio quanto de TV Digital nacionais.

2.5.Como o padrão de rádio digital vai influenciar no debate e implementação do novo marco regulatório das comunicações?

A introdução do DRM ou do HD Radio vão contribuir de maneiras distintas sobre o futuro debate do marco legal das comunicações.

HD Radio: a introdução do HD Radio prevê o “fechamento” do uso de espectro, pois não o otimiza, além de não favorecer o compartilhamento de frequências. É um padrão rígido que busca evitar a entrada de novos atores dentro da faixa do espectro para radiodifusão.
DRM: funciona como uma plataforma de radiodifusão digital que otimiza o uso do espectro. Existem já evoluções ao padrão com distintos componentes tecnológicos (como a incorporação do sistema de interatividade brasileiro da TV Digital, o Ginga) e será possível também desenvolver outros dispositivos que possam ser aplicados de acordo com as necessidades das comunidades.

2.6.O pagamento de royalties e disponibilidade de tecnologia

HD Radio: ovalor dos royalties do HD Radio não está publicado abertamente e é cobrado diretamente pela empresa que desenvolveu a tecnologia. No caso de receptores, são pagos royalties tanto pelo produtor de chipset quanto pela empresa que fabrica o receptor. A página que descreve royalties da Ibiquity é: http://www.ibiquity.com/manufacturers/receiver_manufacturers/license_agreement
Grandes empresas que produzem chipset, como a NXP e a Parrot, já declararam publicamente que os valores de royalties cobrados pelo HD Radio são muito superiores ao cobrados pelo DRM.

A tecnologia de codificação e modulação do HD Radio está disponível somente através da Ibiquity, e não existe nem é possível implementação aberta do padrão pois existem segredos industriais no HD Radio que não são conhecidos, como o codec de áudio HDC.
DRM: os royalties são pagos por empresas que produzem transmissores e receptores. O valor dos royalties cobrados pelo uso do padrão DRM é divulgado, pago somente uma vez, e cobrado por uma empresa terceirizada especializada (Via Licensing) que somente distribui os royalties às empresas que desenvolveram tecnologias presentes no padrão. O Consórcio DRM não recebe nenhum royalty. Os valorem cobrados podem ser acessado nessa página: 
http://www.vialicensing.com/licensing/drm-fees.aspx

No caso de um receptor DRM, os royalties variam de nenhum pagamento até U$ 1,70 por unidade, dependendo do volume de produção.

No caso de um transmissor DRM, o valor é de 2% do produto final, ou U$100 caso o valor de 2% seja inferior a U$100.

A tecnologia de codificação e modulação do DRM está amplamente disponível, existindo inclusive implementações abertas do padrão a custo zero.

2.7.Quem recebe royalties?

HD Radio: a empresa Ibiquity cobra todos os royalties. Pagar royalties somente pode ser reduzido em negociações com Ibiquity, sem a possibilidade de substituir tecnologias ou técnicas com royalties por outros componentes.

DRM: Distintas instituições (Fraunhofer, Dolby, etc.) recebem os royaties através da mediação de uma empresa isenta, a Via Licensing. Os royalties são em sua maioria investidos em desenvolvimentos direcionados à evolução do padrão. Além disso, a estrutura do DRM permitiria trocar componentes que exigem royalties por outros que não resultam em custos.

2.8.O que se pode comprar e quem produz o equipamento?

No caso do HD Radio, pode-se adquirir transmissores de alta potência, com alto custo, de empresas como Harris e Continental. Quando se fala da maior disponibilidade de transmissores e receptores digitais, devemos entender o contexto a que se refere esse tipo de equipamento levando em consideração as necessidades de potências mais diversas. Não existe nenhuma empresa nacional que fabrica transmissores HD Radio devido ao desinteresse da Ibiquity em transferir a tecnologia às empresas brasileiras.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Rádio Comunitária de Mari/PB apresenta experiência de funcionamento durante Seminário promovido pela ABRAÇO


Severino Ramo (centro) da Rádio Araçá


Fundada em 1998 e sendo a primeira emissora da Paraíba a receber autorização do Ministério das Comunicações, a Rádio Comunitária Araçá FM, do Município de Mari tem servido ao longo desse tempo como referência de funcionamento, organização, pluralidade na sua grade de programação e uso de novas tecnologias. E foi com o objetivo de apresentar essa experiência, que o Presidente da emissora, Severino Ramo, juntamente com uma equipe esteve participando no último sábado (24) do Seminário de Comunicação Comunitária promovido pela Abraço/PB e a Ong Amazona.

O evento que teve como tema: “ Rádio Comunitária- os novos caminhos e as novas tecnologias”, foi realizado no auditório do SINTTEL, em João Pessoa-PB e contou com cerca de 40 representantes de emissoras comunitárias oriundas de 13 Municípios da macro região da mata do Estado.

De acordo com José Moreira, Presidente da Abraço/PB, o evento teve como objetivo promover o debate sobre as novas tecnologias utilizadas pela radiodifusão comunitária e propocionar a troca de experiências entre as Rádios Comunitárias da região participante.

A experiência da Rádio Comunitária Araçá FM foi apresentada durante o evento, pelo presidente da emissora, Severino Ramo,  que iniciou sua exposição fazendo uma abordagem sobre o movimento de Radiocom no Estado e também no País. Em seguida, Ramo fez um relato de como a rádio Araçá FM está organizada e como a sociedade interage com a emissora e sua grade de programação. A forma de sustentabilidade financeira da emissora também foi um dos temas da exposição do Diretor Presidente ao responder questionamento da Jornalista Fabiana Veloso, da Rádio Zumbí dos Palmares.

Porém, o tema que mais chamou a atenção dos presentes foi o uso da internet pela Rádio Araçá FM, como meio de interação e expansão dos trabalhos da comunitária. “ A legislação que rege as rádios comunitárias em nosso País limita muito o trabalho de nossas emissoras comunitárias, mas através do uso da internet podemos ampliar essa interação, não apenas com a comunidade, mas, também com outras emissoras”, disse Ramo.

No quesito uso de novas mídias, a Rádio Comunitária Araça FM, demonstrou estar a frente de qualquer emissora do mesmo porte. Todo o seminário foi transmitido em tempo real através do site da rádio, com transmissão de áudio e vídeo de qualidade.

ExpressoPB

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Rádio Comunitária homenageia Zumbi dos Palmares em João Pessoa


Maracatu Pé de Elefante no evento da Rádio Zumbi

A ideia inicial era realizar um evento em comemoração ao mês da consciência negra e pelo aniversário de 10 anos da Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares. Demos ao evento o nome de “Viva Zumbi!”. Havia muitos anos que a comunidade do Geisel não via algo assim e a praça central restaurada pela prefeitura era um excelente motivo para realizarmos ali a festa comunitária.



A programação foi iniciada com a apresentação do MC Kazuza, do Bairro José Américo, que não estava na programação inicial, mas acabou se transformando numa grata atração especial.
Na sequência, Diogo Freitas e Iuri Rocha assumiram o palco, oferecendo ao público uma pequena mostra do que bons músicos podem fazer com um violão e uma bateria. Diogo cantou músicas do seu próprio repertório e canções que dialogavam com a proposta do evento, com sons de O Rappa e Jorge Ben Jor.



Diogo Freitas
Tecnichal Swing foi a atração seguinte. Três rapazes moradores do Colinas II que se juntaram para coreografar o que eles chamam de “suingueira”. A essa altura os componentes do grupo de capoeira Angola Palmares, coordenado por Dario e Malú, ia se aquecendo.

Os capoeiristas fizeram uma apresentação empolgante e deram um exemplo raro de inclusão social ao incorporar na roda uma jovem adolescente cadeirante. Além da capoeira, o grupo do bairro do Róger também mostrou a dança/luta do maculelê, arrancando aplausos de uma platéia mais volumosa, por volta das 20 horas.


Depois da capoeira mais uma atração-surpresa: o humorista Zé Carrapicho subiu ao palco do anfiteatro para uma espécie de stand-up de improviso. Apesar da excelente performance, teve feminista na platéia que reclamou do conteúdo sexista de algumas piadas apresentadas pelo artista popular.

A atração final da noite ficou mesmo a cargo da Nação Maracatu Pé de Elefante, do bairro de Mangabeira, que mostrou parte do repertório desse ritmo pernambucano que começa a ganhar mais e mais adeptos também aqui na Paraíba.

Um bolo confeitado ainda fez a alegria da galera que ficou até o final do evento. Fora a diretoria da Sociedade Cultural Posse Nova República, registramos a presença e colaboração de Ariston Augusto, Zuma Nunes, Mário Inácio, Mariano Cláudio, Clareana Cendy, Marli Soares, Dalmartim Oliveira, João de Deus, Tânia Freitas e Hercílio Dragão. O evento só foi possível graças à parceria com a Associação Comunitária do Ernesto Geisel, com o Fórum Paraibano de Promoção da Igualdade Racial (FOPPIR) e com a CUFA-PB.

“Tivemos também o apoio do Super Box Brasil, Ponto de Cultura Cantiga de Ninar, da Rádio Tabajara, dos vereadores Bira e Fuba, de Watteau Rodrigues, da Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana do Governo da Paraíba, através de Gilberta Soares e Nézia Gomes, e da Prefeitura Municipal de João Pessoa, através de Roberto Maia”, informa a jornalista Fabiana Veloso.


Dalmo Oliveira e Beto Palhano, mestres de cerimônia




segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Pós rádio do ALÔ COMUNIDADE já está no Youtube



Viviane, da AMAZONA

Edição especial em comemoração aos 10 anos de atividades da Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares e ao Mês da Consciência Negra. Cobertura do evento Viva Zumbi! direto da praça Estudante Orlando Geisel, no bairro que dá o nome ao ex-ditador. 

Cobertura também de evento da ABRAÇO-PB com emissoras comunitárias da Macro Região da Zona da Mata Paraibana. O evento tratou da digitalização/informatização das rádios comunitárias.

No programa, entrevista com Viviane, da ONG Amazona, que fala sobre projetos de capacitação de comunicadores comunitários na Paraíba.

Produção e locução de Fábio Mozart e Dalmo Oliveira. Reportagem de Fabiana Veloso, Marcos Veloso e Beto Palhano. Sonoplastia de Luciano Jr.

Parceria: Rádio Tabajara da Paraíba – Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares – Coletivo de Jornalistas Novos Rumos – Ponto de Cultura Cantiga de Ninar.

OUÇA A GRAVAÇÃO DO PROGRAMA NO LINK:


http://www.youtube.com/watch?v=8H8qZR7tDdk&feature=em-share_video_user

Acordo leva empreendedorismo a rádios comunitárias de Natal – RN



Embora o estado tenha 126 rádios comunitárias legalizadas, elas são uma mídia ainda subutilizada, na avaliação do consultor em comunicação Ciro Pedroza. Ele fez a análise durante a assinatura do termo de cooperação técnica entre o Sebrae no Rio Grande do Norte e a Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), em 20 de novembro último. 

De acordo com Ciro Pedroza, falta às rádios de cunho comunitário a promoção de ideias que estimulem o desenvolvimento local e o empreendedorismo. “As rádios comunitárias precisam ser utilizadas em toda a sua força. Em muitos municípios, elas são o único meio de comunicação existente, mas é preciso aplicar ideias que estimulem o desenvolvimento da comunidade”, atesta.

De acordo com o termo de cooperação técnica, o Sebrae fará um trabalho contínuo de capacitação nas áreas de gestão e empreendedorismo junto ao sistema de radiodifusão comunitário potiguar. O diretor-técnico da instituição no Rio Grande do Norte, João Hélio Cavalcante Júnior, explica que a ideia é focar o trabalho nos conceitos de associativismo e cooperativismo, de modo que o sistema de radiodifusão seja fortalecido.

“Vamos realizar um trabalho diferenciado, que através de capacitações, poderá se transformar em modelo para outros estados. Queremos ter as rádios como nossas porta-vozes, para que o empreendedorismo e o desenvolvimento cheguem a todos os municípios do Estado”, pontua.

Marco

O diretor-executivo da Abraço potiguar, Hugo Tavares, acredita que o acordo com o Sebrae será um marco para o sistema de radiodifusão comunitário do estado.“Estamos muito felizes com esta parceria celebrada neste dia, que é histórico para a Abraço”, prevê.

O presidente da FM Cidadania, Nelson Gregório, lembrou o papel importante da emissora comunitária de Mossoró. Instalada no Nova Vida, bairro com mais de 30 mil habitantes na periferia da cidade, a rádio é apontada como uma experiência bem sucedida da radiodifusão comunitária no Rio Grande do Norte.

“Pelo reconhecimento ao nosso trabalho realizado junto à comunidade, conseguimos parcerias importantes com a Petrobras e Fundação José Augusto, do governo do Estado. Isso mostra que estamos no caminho certo. E essa nova parceria só vem reafirmar a importância das rádios comunitárias”, comenta.


(Com informações do portal da ABRAÇO NACIONAL)

domingo, 25 de novembro de 2012

RÁDIO COMUNITÁRIA DE MARI SERÁ HOMENAGEADA DURANTE FESTA DO JORNAL O FAROL




A emissora comunitária Araçá FM de Mari foi escolhida como veículo de comunicação que vem prestando bons serviços a comunidade de Mari e será homenageada durante a VII festa destaque das personalidades jornal O FAROL, evento que ocorrerá no dia 15 de dezembro a partir das 22h00 na soceidade recreativa mariense e contará com show baile de Alexandre Lima e banda. 
"A rádio Araçá FM é um patrimônio do povo de Mari e como veículo de comunicação da cidade será homenageada durante a festa do jornal O FAROL merecidamente. A emissora presta bons serviços ao povo, o que precisamos ressaltar", disse Natan, um dos colaboradores do evento.

http://www.professorjosa.com.br/

sábado, 24 de novembro de 2012

Encontro das rádios comunitárias da macro região da Mata será em João Pessoa


Moreira, da ABRAÇO/PB


Representantes de emissoras comunitárias da Macro Região da Mata associados à ABRAÇO-PB, que compreende as Micro-Regiões de João Pessoa, Litoral Norte, Litoral Sul e Sapé,  estarão reunidos neste sábado(24) para tratar de questões relacionadas a comunicação comunitária.

Pela manhã, a discussão será em torno da informatização do sistema radiofônico. Haverá exibição de relatos de experiências de emissoras com tecnologias distintas. Além da apresentação dos informes, a Associação discutirá questões internas junto ao Ministério das Comunicações e a participação da Abraço no Conselho Digital e seu enfrentamento.
No período da tarde, os comunicadores tratarão da gestão e legislação de rádio comunitária e sua organização política na Macro Região da Mata.

De acordo com José Moreira, coordenador geral da Abraço na Paraíba, “o Encontro da macro região da Mata, bem como de qualquer outra macro região, é de participação exclusiva das emissoras da mencionada região, pois, caso tenha algum assunto para decisão com voto, só poderá votar quem for da região”. No entanto, Moreira diz que “não é que emissoras de outras regiões não possam participar, mas a prioridade é para as emissoras da região a que se refere o encontro”.

O evento acontecerá na sede do SINTEL, situado à rua Rodrigues de Aquino, no Centro de João Pessoa - PB e será transmitido pela filiada da Abraço, a Rádio Comunitária Araçá FM da cidade de Mari-PB. A realização do encontro é da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária no Estado da Paraíba (ABRAÇO-PB) e da Associação de Prevenção à DST/ AIDS(AMAZONA). Mais informações poderão ser obtidas com o coordenador geral da ABRAÇO-PB, José Moreira, através dos telefones (83) 9902-5577 e 8819-5905.

Por Fabiana Veloso


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Aniversário da Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares - Amanhã em João Pessoa/PB



Viva Zumbi!”

Neste sábado (24 de novembro), a partir das duas horas da tarde, na Praça Central do Geisel, comemorando o mês da consciência negra e aniversário de 10 anos da Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares:
·         Feira Cultura com exposição de artesanato e penteados afro;
·         Pintura em rosto para crianças;
·         Distribuição de panfletos, cartilhas e publicações sobre a temática racial;
·         Oficina de dança afro;
·         Roda de diálogos;
·         Apresentações musicais de maracatu, coco de roda, rap, suingueira, hip hop, roda de capoeira e shows com artistas da comunidade;
Realização: Sociedade Cultural Posse Nova República, Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares, jornal OLHOS ABERTOS em parceria com a Associação Comunitária do Ernesto Geisel e a CUFA-PB.
Apoio: Escola CNEC/Geisel, Super Box Brasil, ASPPAH, FOPPIR, Ponto de Cultura Cantiga de Ninar, vereador Fuba e Prefeitura Municipal de João Pessoa.

Participação especial:
·         Grupo folclorico do CNEC “Nossa Terra”;
·         Tecnical Swing (do Colinas II);
·         Maracatu Pé de Elefante (de Mangabeira);
·         Apresentação do grupo de rap feminino Citex S.A (do Citex);
·         Rapper Leo Thomas;
·         Grupo de capoeira
·         Dançarina Afro Adélia Gomes;
·         Penteados Clareana Cendy;
·         Grupo de economia solidária do Gramame, “Retalho Beleza”.


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Câmara dos Deputados aprova descriminalização de potência inferior a 100 Wats ERP para radiodifusão



A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda (20/11) a Medida Provisória 575/2012 que contém o PLV 25 (Projeto de Lei de Conversão), onde é descriminalizada a utilização de potência inferior a 100 Wats ERP. De acordo com o 8º Capítulo do Artigo 70 da Lei de Número 4.117, de 27 de agosto de 1962, passa a vigorar com a seguinte redação: “Constitui crime executar serviços de radiodifusão em potência superior a 100 (cem) Wats ERP, sem a devida outorga. Pena – detenção de seis meses a dois anos” (NR)”.

A medida provisória foi enviada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, ao Senador José Sarnei (Presidente da Mesa do Congresso Nacional).