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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Paraíba tem primeira rádio comunitária fechada no governo interino de Michel Temer

Zé Mailton  (de amarelo) tendo ao lado Paulo César, no estúdio da Rádio Central, com comunicadores da Rádio Zumbi dos Palmares

Agentes da Anatel fecharam a Rádio Comunitária Central, de Gurinhém, Paraíba, no dia 19 de maio. A emissora estava instalada no centro da cidade. No local, encontrava-se o diretor da emissora, Paulo César, que foi obrigado a entregar o transmissor e responderá ação penal por operar rádio sem licença do Ministério das Comunicações. A rádio, que atua há 27 anos na cidade, ficou transmitindo apenas pela internet e pelo sistema de caixas de som em postes.
O locutor José Mailton lamentou o fechamento da Rádio Central. “A cidade ficou sem seu meio de comunicação que tanto servia à comunidade”, afirmou. O fechamento da Rádio Comunitária Central de Gurinhém é o primeiro caso desse tipo na Paraíba, após a posse do Presidente interino Michel Temer. A rádio operava com potência de apenas 2 watts, alcançando cerca de dois quilômetros com seu sinal. A lei permite que rádios de baixa potência tenham transmissores de 25 watts.

Quando no comando do país, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou um projeto de lei para acabar com o crime de operação de rádios sem licença, desde que elas não representem perigo para o controle de tráfego aéreo, marítimo e de ambulância, e não interfiram no uso de equipamento médico-hospitalar. O projeto foi apresentado ao Congresso Nacional, sem que tenha sido ao menos debatido. De acordo com a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), o país tem cerca de 15 mil emissoras sem concessão do poder público.
Aprovada, a mudança na lei de telecomunicaçõespoderia mandar para o arquivo 13.344 procedimentos criminais, entre inquéritos e ações penais. Isso significaria um alívio para milhares de líderes comunitários, religiosos e políticos que estão sendo investigados ou processados na esfera federal por uso de rádio ilegal. São eles presidentes de associações de moradores, pais de alunos de escolas públicas, suplentes de vereadores, pastores e sindicalistas, entre outros. Durante o governo de Dilma Roussef, também não foram registrados maiores avanços na democratização desse setor de comunicação, pela pressão dos empresários da radiofonia comercial.


segunda-feira, 27 de junho de 2016

INGÁ - PARAÍBA

Prefeito Manoel da Lenha recebe comunicadores do “Alô comunidade” na fazenda de Vavá da Luz
Poeta Vavá da Luz
O prefeito de Ingá, Manoel da Lenha, será um dos entrevistados do programa “Alô comunidade”, da Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares de João Pessoa, na edição especial que será gravada no dia 10 de julho na fazenda Senzala, do poeta Vavá da Luz, naquele município. Na oportunidade, serão ouvidos alguns assessores do prefeito, a exemplo de Mertuzalém, da Infraestrutura, e Dennys Motta, da Secretaria de Turismo.
A equipe do programa, composta por Dalmo Oliveira, Beto Palhano, Marcos Veloso e Fábio Mozart, gravará entrevistas relacionadas com a cultura da região, com foco nas Itacoatiaras, monumento arqueológico de arte rupestre mundialmente conhecido. A gravação terá cobertura da TV “Agora Paraíba”, comandada pela jornalista e radialista Gil Costa.
O programa “Alô comunidade” é produzido pela Zumbi e transmitido pela Rádio Tabajara da Paraíba, em rede com cerca de doze rádios comunitárias e inúmeros portais da internet, além de web rádios. O projeto, que já completou cinco anos no ar, incentiva a cidadania, promove debates com moradores e lideranças da região e destaca artistas populares.  

sábado, 25 de junho de 2016

ALO COMUNIDADE 315 DOMINGOS MEIRELLES CATIA DE FRANCA

 



Dalmo Oliveira e Beto Palhano conduzem o radiofônico especializado em comunicação comunitária. Nesta edição entrevista com o presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), jornalista Domingos Meirelles. Tem também a música nova de Cátia de França. Produção e apresentação de Dalmo Oliveira. Locução de Beto Palhano. Sonoplastia de Beto Lucas.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

A derrota comunicacional da esquerda na América do Sul

A argentina Cristina Kirchner e o venezuelano Hugo Chávez foram os presidentes que mais ousaram, ao desafiar os grandes conglomerados midiáticos em seus países. (foto: AFP)

Quando a esquerda começou a tomar um por um os governos dos países sulamericanos, quando foi se instalando, aos poucos, uma onda de governos dispostos a fortalecer o papel do Estado, a trincheira buscada pelas forças neoliberais para se reagrupar e rearmar sua estratégia foi a da imprensa.
Os danos causados pelas políticas neoliberais foram enormes. A fome, o desemprego e a desigualdade social são um flagelo que conhecemos desde sempre, mas a ideologia do Estado mínimo levou a um incremento muito mais acentuado nas últimas décadas do século passado. Por isso, durante quase toda a primeira década do novo século, as urnas deste subcontinente decidiram castigar essas políticas e os políticos que as defendiam.
Uma vez desalojados dos palácios, a alternativa foi montar uma plataforma de pressão política através dos meios de comunicação. No auge da primeira onda neoliberal, a eterna hegemonia da direita no jornalismo latino-americano permitia certo espaço à crítica e ao contraditório. A partir da chegada de Chávez, Lula e Kirchner, esses espaços passaram a ser trincheiras, e o termo não é exagerado.
Alguns veículos adotaram essa postura de forma tão contundente que não poucos os qualificaram como máquinas de propaganda política contra o governo ou a favor da oposição, gerando um confronto com presidentes eleitos que, em ao menos dois casos, chegaram ao extremo. Na Venezuela, em 2002, o grupo de rádio e televisão RCTV foi um dos principais precursores do último golpe de Estado à moda antiga no continente, contra Hugo Chávez. Na Argentina, em 2008, o grupo comunicacional Clarín tomou o lugar de uma direita em frangalhos e liderou a revolta dos produtores rurais contra o governo da recém-assumida Cristina Kirchner.
As respostas de ambos os presidentes foram duras, mas não ilegais. A RCTV continuou operando na Venezuela até o ano de 2007, quando o governo de Chávez decidiu não renovar sua concessão. A decisão foi baseada no fato de o canal ter sido o que mais colaborou com as estratégias comunicacionais para o golpe, como a farsa de Puente Llaguno, na qual se tentou incriminar militantes chavistas pela morte de manifestantes opositores que estavam sendo alvejados por franco-atiradores – a manipulação foi revelada pelo documentário La Revolución No Será Televisada.
Na Argentina, o Grupo Clarín continuou e continua sendo o detentor da hegemonia dos meios de comunicação, mas teve que lidar, durante anos, com a ameaça da Ley de Medios, que previa uma nova regulação que baseada no combate aos monopólios e à propriedade cruzada, além do estímulo à comunicação pública e ao papel dos meios regionais públicos. O Clarín também perdeu os direitos de transmissão dos jogos de futebol, comprados pelo Estado através do programa Fútbol Para Todos, em 2009.
Ainda assim, e bem diferente do que afirmam os críticos fora da Argentina – e especialmente no Brasil – a Ley de Medios não significou a criação de canais de televisão governamentais, mas sim o fortalecimento dos canais públicos, especialmente o canal Encuentro, cujo conteúdo era mais educativo que jornalístico. A lenda do uso do poder governamental para a gestação de uma plataforma jornalística governista financiada com dinheiro do Estado não foi uma realidade – embora houvesse sim meios privados, bem menos poderosos que o Grupo Clarín, que se quadraram com o kirchnerismo.
Quem apostou numa nova plataforma comunicacional, e num relato diferente sobre os acontecimentos da América Latina foi Hugo Chávez, que impulsou a criação do canal de notícias TeleSur, visando criar um confronto evidente com o discurso dos meios de comunicação latinos sediados em Miami e Atlanta, como Fox News e CNN.
O modelo Macri, e Temer
A grande ironia é ver hoje como essas medidas foram tratadas por parte da imprensa – especialmente a que é parceira nos espaços hegemônicos – como ataques à liberdade de expressão, e comparar com o que vemos agora, quando a direita se reinstala no poder e inicia uma verdadeira caça às bruxas comunicacional, sob o silêncio resignado e até mesmo covarde de alguns outrora defensores do pluralismo.
A Argentina é o caso mais evidente. O governo de Mauricio Macri tem sido, no campo das comunicações, um defensor assíduo dos interesses do Grupo Clarín. Macri desmantelou a AFSCA (Autoridade Federal de Serviços de Comunicação Audiovisual), um dos principais órgãos responsáveis pela regulação pretendida pela Ley de Medios, e iniciou uma política de distribuição de verbas públicas claramente hostil aos meios que contassem com jornalistas críticos à sua gestão – o que levou, por exemplo, à demissão de jornalistas de renome como Víctor Hugo Morales, que viu a Rádio Continental, onde trabalhava há trinta anos, quebrar seu contrato sem aviso prévio e sem manifestar maiores explicações. A crise provocada por essas medidas, e também pelas medidas econômicas do novo governo, levou a uma série de demissões massivas, até mesmo em meios que defenderam sua candidatura no ano passado. Se estima que mais de mil jornalistas argentinos já perderam emprego este ano.
Vale destacar também que a política comunicacional de Macri também contempla o desinvestimento nos meios de comunicação públicos, a eliminação dos canais TeleSur e Russia Today do sistema de televisão público de livre acesso e a criação de tipos legais de perseguição a jornalistas. Por exemplo, pouco depois da descoberta do caso dos Panamá Papers, no qual o seu nome estava envolvido, o governo lançou um projeto que prevê pena de prisão para cidadãos que denunciem casos de possíveis esquemas de lavagem de dinheiro.
Parte dessa receita tem sido seguida pelo governo até agora interino de Michel Temer, especialmente a seletividade com respeito à distribuição da verba pública e à intenção de intervir fortemente nos meios públicos, como se viu no caso da EBC, e não para fortalecê-los, mas justamente o contrário.
Além disso, é interessante observar como nem o cerceamento da pluralidade, nem a demissão massiva de jornalista, nem o estímulo à centralização ou desestímulo aos meios regionais ou comunitários, tanto na Argentina quanto no Brasil, nada disso comove os grandes grupos de comunicação, ou as entidades como a SIP (a inglória Sociedade Interamericana de Imprensa), que outrora gritava e se dizia defensora intransigente da liberdade de imprensa, e que agora, pelo contrário, não poupa elogios ao novo presidente argentino, a quem classificou como uma pessoa “aberta e plural”.
Os que não compraram a briga
Enquanto isso, outros presidentes, e até ex-presidentes, enfrentaram ou enfrentam duras campanhas comunicacionais contra si. O boliviano Evo Morales perdeu um plebiscito em janeiro graças à denúncia de um suposto filho bastardo, que agora a imprensa admite, sem nenhum mea-culpa, que nunca existiu. A chilena Michelle Bachelet enfrenta ataques da mídia local por pedir direito de resposta a uma revista que a acusou de se beneficiar de um esquema imobiliário apenas com um áudio, sem provas documentais – caso que ganha mais contornou por ter surgido uma semana depois dela ter anunciado um investimento recorde para potenciar os meios de comunicação públicos, junto com a criação de um novo canal cultural. Isso sem contar os casos que vemos no Brasil, onde Lula e Dilma nunca deixaram de ser alvo da ira dos grandes canais de televisão e de algumas revistas, o que muitas vezes passou da mera crítica, e beirou a campanha difamatória.
A semelhança entre os casos de Evo, Bachelet, Lula e Dilma é que nenhum deles teve a coragem que Chávez e Cristina tiveram, de encarar a batalha comunicacional. Ainda assim, sofreram consequências similares. Passaram anos fugindo de acusações censura e intervenção, e agora observam como Temer e Macri podem intervir sem maiores adjetivos ou consequências.
Esses ataques às políticas comunicacionais mais plurais nada mais era do que a defesa daquela última trincheira, se usava a novilíngua para fazer do estímulo à diversidade de ideias uma forma de ataque à liberdade de expressão, e assim conseguiram impedir que houvesse qualquer reivindicação em favor dos governos pretenderam estabelecer, com maior equilíbrio social e distribuição de renda, um arremedo de social-democracia ainda distante de um clássico Estado de bem-estar, mas o suficiente para ser completamente inaceitável para uma grande imprensa doutrinadora, ideologizada e partidarizada.
E o pior é que a esquerda logo descobrirá – se é que já não percebeu – que os responsáveis pela nova onda neoliberal são conscientes de que, se pretendem ter longo tempo de vigência, não devem ceder à esquerda sequer aquele pequeno espaço midiático que havia, até os Anos 90, para a crítica e o falso pluralismo.

Chegamos, finalmente, à era do “pode cortar se achar melhor”.

PAPO NO MULTIMISTURA SOBRE TV E RÁDIO PÚBLICA NA PARAÍBA


Dalmo insiste em oferecer conteúdo para emissoras públicas, sem sucesso. 

“TV Assembleia merece nota 4”. “TV Cidade está sucumbindo, não tem nem uma equipe de reportagem, é uma TV esvaziada”. 

“Sociedade civil organizada não tem espaço nas emissoras públicas da Paraíba, com exceção da Rádio Tabajara”



quinta-feira, 23 de junho de 2016

Vereador de João Pessoa promete canal da Rádio Senado para Santa Rita (PB)


O vereador Durval Ferreira (PP), Presidente da Mesa Diretora da Câmara Municipal de João pessoa, Paraíba, disse que conseguiu a concessão da Rádio Senado para operar em Santa Rita, através da Câmara daquela cidade. Foi o que anunciou o vereador Anésio Miranda, presidente da Câmara local. “A concessão foi realizada em articulação com o presidente Durval Ferreira e já temos a autorização necessária para instalarmos e colocarmos no ar a Rádio Senado, sendo essa uma grande conquista para o Poder Legislativo de Santa Rita e para o município”, afirmou ele a um jornal de bairro da capital da Paraíba.
Segundo o vereador Anésio Miranda, a emissora irá transmitir parte da programação da Rádio Senado. “Mas teremos uma boa parcela com programação local, onde vamos divulgar as atividades da Câmara, a nossa cultura, os nossos artistas, as nossas riquezas folclóricas, históricas e culturais”, disse ele, prometendo dar oportunidade à “prata da casa” para divulgar seus trabalhos e também servirá a rádio para utilidades públicas, com divulgação de campanhas sociais. “Estamos lutando para conseguir os equipamentos necessários para a montagem da Rádio Senado, com auxílio do próprio Senado Federal na compra do transmissor, que é o item mais caro”, informou Anésio.

O vereador não informou se a rádio também difundirá conteúdos produzidos por outras instituições, como rádios comunitárias e outros que quiserem se incorporar ao projeto.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

O novo Multimistura já está no ar, sob a batuta do speaker Dalmo da Silva


-- Rádio Zumbi, uma rádio catatônica que finge que ta morta.
-- Vereadores de Água Branca diminuem seus salários. Ivaldo Gomes carimba: “é demagogia”.
-- Renaly Oliveira tentou campanha popular para baixar salários dos vereadores de Itabaiana. Foi rechaçada pela comunidade.
-- Quanto custa um mandato de vereador?
-- “Cadê a lógica das taxas de água e esgoto?”, pergunta Ivaldo, o fiscal da cidade.
-- Vênuz in fuzz toca no dia 26. Tem rock “depressivo” no Pavilhão do Chá em João Pessoa. Protesto sonoro contra o machismo e o racismo. Aborte o silêncio! – Gilberto
-- Lista dos gestores “ficha suja” é analisada pelos multimisturistas.
Ouça no 1º bloco do MULTIMISTURA:


domingo, 19 de junho de 2016

ALO COMUNIDADE 314 LAU SIQUEIRA

 



Nesta edição entrevistamos o secretário de Cultura da Paraíba, Lau Siqueira. Com Fabio Mozart, Sander Lee, Dalmo Oliveira e Beto Palhano. Sonoplastia de Beto Lucas.

Rádio virtual tem mais de dois mil ouvintes diários com programação inovadora



Transmitindo 24 horas desde o bairro Ernesto Geisel, em João Pessoa, a Rádio Web Comunitária Zumbi dos Palmares mantém dois programas inovadores na faixa das emissoras virtuais na Paraíba, criação dos radialistas Dalmo Oliveira, Fábio Mozart e Beto Palhano, com programação colaborativa envolvendo diversas pessoas, entre elas Ivaldo Gomes, Ewerton, Fabiana Veloso e Marcos Veloso. Os programas “Alô comunidade”, no ar às 14 horas, e “Multimistura”, a partir das 9 horas com blocos de 25 minutos, já têm audiência de cerca de dois mil ouvintes, que recebem seu conteúdo através das redes sociais, portais na internet e blogs como o da própria rádio, Tribuna do Vale, Coletivo de Jornalistas Novos Rumos, Elejó e Diário PB.

sábado, 18 de junho de 2016

“Alô comunidade” recebe Secretário de Cultura da Paraíba


O programa “Alô comunidade” entrevista hoje, 18, o poeta Lau Siqueira, Secretário de Cultura da Paraíba, para falar sobre sua gestão, problemas atuais da cultura paraibana e brasileira, entre outros assuntos.
O programa é produzido pela Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares e transmitido pela Rádio Tabajara da Paraíba AM (1.110 KHZ) replicado em rede de rádios comunitárias e portais da internet.
Produção e apresentação de Fábio Mozart e Dalmo Oliveira.
Ouça em tempo real a partir das 14 horas pela Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares:
Ou pelo site da Rádio Tabajara da Paraíba AM (1.110 KHZ):
Pode ser ouvido nos blogs


sexta-feira, 17 de junho de 2016

quinta-feira, 16 de junho de 2016

FICA DILMA PARAIBA

 

Ativista do movimento social negro da Paraíba participa da Audiência Pública especial para defesa do mandato da Presidenta Dilma Roussef e registra a participação popular massiva no Espaço Cultural. Cerca de cinco mil pessoas prestigiaram o evento promovido pela Assembleia Legislativa.

Mais um bloco do MULTIMISTURA ao som transcendental do mantra que transmite a personalidade de Deus


Desempregado, ferroviário vira locutor de rádio de fundo de quintal e anuncia lançamento de filme de Jacinto Moreno. Ivaldo Gomes questiona escritor que publica livro que ninguém lê, cineasta que faz filme que ninguém vê, músico que produz CD que ninguém ouve, e por aí vai...
“Estação silêncio” relançado por Paulo Costa em João Pessoa. Livro do circuito alternativo de literatura, dia 15, às 19h na Budega Arte Café, papo filosófico e altas rotações de inteligência no ar.
“Ocupa Geisel” anuncia programação de atividades em julho. Cinema, capoeira, música e poesia. Zanoni Yberville foi citado. “O poeta é anti-gregário”, disse Dalmo Oliveira.
Papo sobre Elton Renê que recebeu de presente o PCdoB das mãos de Luciano Cartaxo. Em Itabaiana, o chefe do PCdoB é carola, rezador e devoto do catolicismo. Comunistas mudam de dono. Movimento comunitário é analisado.
“Jerry Jerry De Oliveira tomou água do volume morto e se lascou”, disse Dalmo Oliveira.
“Alô comunidade” com Sander Lee, no sábado, 18 de junho, conversando com Lau Siqueira. Ivaldo Gomes quer fazer “pergunta difícil” ao poeta Lau.
Sorteio de camisa da Escola Om de Yoga, oferta de Ivaldo Gomes.
Se liga no RadioTube:

quarta-feira, 15 de junho de 2016

MULTIMISTURA começa a semana com meditação



MULTIMISTURA volta com clima de paz e entorpecimento dos sentidos, com mantra sagrado cantado por Ivaldo Gomes que continua martelando em riba de Temer e sua galera, apesar de todo relaxamento e meditação.
Neste bloco, citados os sagrados nomes dos compadres Bob Motta, Quelyno Souza, comadre Das Dores Neta, Ricardson Dias, Walter Mario da Luz, Fernando Abath Cananéa e outros ouvintes fieis à doutrina Multimisturista.
Escute aqui:



domingo, 12 de junho de 2016

As rádios comunitárias foram as primeiras a sofrerem retaliações do Governo provisório de Temer



A dificuldade do governo em organizar o novo Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações já está causando problemas para o fluxo de processos em curso. Pelo menos um edital de radiodifusão comunitária previsto já teve que ser adiado e possivelmente outros que estavam previstos para o mês de junho devem ter o mesmo destino. Os editais ficam sob a responsabilidade da Secretaria de Radiodifusão, que existia no extinto Ministério das Comunicações mas ainda não entrou na nova estrutura do MCTIC. Nem mesmo a nomeação da secretária Vanda Bona Nogueira, anunciada pelo ministro Gilberto Kassab, aconteceu ainda.
No último dia 6 de junho, o ministério deveria ter publicado o edital para rádios comunitárias em 67 localidades, rádios estas destinadas a povos tradicionais, conforme o Plano Geral de Outorgas. Da mesma maneira, estão previstos ainda, para 20 de junho, editais para outorgas em mais 88 municípios para rádios comunitárias de interesse geral. Até o final do mês, estava na fila ainda um edital para 86 FMs educativas e depois um novo edital para outorgas de FMs e TVs educativas em 31 municípios .
Questionado sobre o atraso, a assessoria de comunicação do ministério respondeu que "os editais não foram suspensos, tiveram apenas as datas de publicações postergadas, por conta da reorganização estrutural pela qual passa o ministério. Em tempo, informamos que o Plano Nacional de Outorgas será mantido."


Samuel Possebon

sábado, 11 de junho de 2016

ALO COMUNIDADE 313 CARMELIO REYNALDO





Nesta edição Mabel Dias e Beto Palhano entrevistam o professor de Comunicação Social Carmélio Reynaldo, que falou sobre a implantação do Observatório Mídia & Violência. Produção e apresentação de Mabel Dias. Locução de Beto Palhano. Sonoplastia de Beto Lucas.

Ouça MULTIMISTURA Volume 3


A audiência deste programa é confidencial. Só parentes e fanáticos. Em qual categoria você se enquadra?

--- Abrindo com o tradicional “Fora Temer”

--- O programa subversivo MULTIMISTURA convocou uma pessoa para defender o interino Michel Temer, mas ainda não apareceu nenhum advogado para garantir a defesa do pretenso “golpista”.

--- “Família evangélica de Itabaiana defende Temer e é correligionário de Bolsonaro, mas é um povo digno”, garante Fábio Mozart. A polêmica rendeu. Pastor Sander Lee foi citado. O irmão Thiago foi lembrado como “homem de fé” e dono de “oração poderosa”, segundo Dalmo Oliveira.

--- Eu acredito mais em Tia Eron do que no povo” – Fábio Mozart

--- Subversivos do MULTIMISTURA organizam ocupação do Centro Comunitário do bairro Ditador Ernesto Geisel. Terá até rádio pirata no ar. (Alô Gilberto Bastos)

--- Aposentado Fábio Mozart cogita em fazer greve de fome por ter seu salário sustado por Temer. Aproveita e cita frase do poeta Sérgio de Castro Pinto.

--- Programa encena briga na Comissão de Ética. Saiu até a frase: “Vossa Excelência é corno de Madame Preciosa!”

Acesse a gravação aqui:

sexta-feira, 10 de junho de 2016

MULTIMISTURA retorna com outro bloco. (2)


Na foto, nossos ouvintes curtindo o programa de debate mais gostosinho do rádio web do Brasil.

 

Alguns assuntos ventilados, entre outras disfunções intestinais:

 

--- Dalmo quase morre de dengue em hospital particular de João Pessoa;

 

--- Telefônicas sonegam milhões na Paraíba e rezam ao deus mercado para que o novo governo provisório continue. Dalmo alerta para grampeamento de telefones;

 

--- Ivaldo Gomes comenta arquivamento da CPI da Lagoa em João Pessoa;

 

--- Palhano lembra episódio em que Fábio Mozart quase se lasca com usineiros por denunciar corrupção no agronegócio na Paraíba;

 

--- “Projeto de piscicultura de Cartaxo é algo inovador”, goza Ivaldo Gomes;

 

--- “As esquerdas vão ganhar a eleição no segundo turno em João Pessoa”, profetiza Dalmo Oliveira.

 

--- “Crise econômica está relacionada ao câncer”. Multimisturados comentam.

 

--- Crueldade: Michel vai dar toco pra prefeito que tirar gente do Bolsa Família.

 

Se liga no RadioTube:

 

http://www.radiotube.org.br/audio-4745S9KVKVWkc


 

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Primeiro bloco do MULTIMISTURA da semana


MULTIMISTURA no ar, com valsa de Villa Lobos, Jurema Sagrada e exaltação ao bom ladrão, entre outras fuleragens.
--- Provocações do provocador oficial, Fábio Mozart;
--- O rádio "mundo cão" perde seu último representante na Paraíba;
--- Jornalista da Globo que chamou Nordeste de "bosta" recebe fezes indignadas dos multimisturados;
--- Quem botou Michel no poder? Deus ou o Diabo?
--- Fala-se do bom ladrão. Ele existe!
--- Valsa de Villa Lobos para homenagear as bodas de Turmalina Azul da Paraíba pelos sessenta anos de casamento do jornalista Arnaud Costa;
--- Ivaldo Gomes lembra "a maior vaia do mundo" que foi ouvida até na extinta Sudene.

Tudo isso neste 1º bloco do MULTIMISTURA no RadioTube: 

segunda-feira, 6 de junho de 2016

MULTIMISTURA – BLOCO 3 - PRIMEIRA SEMANA DE JUNHO/2016


--- Volta o papo das safadezas de Brasília, com o guerrilheiro Ivaldo Gomes, inimigo do “golpe”.

--- A “poesia” de Michel Temer: “Não. Nunca mais”.

--- Pertnaz entra no debate político do MULTIMISTURA.

--- Papo sobre artes plásticas. (As esculturas que colocam na frente dos prédios de João Pessoa são realmente obras de arte?)

-- Pertnaz lembra Pedro Osmar: “A guerrilha cultural continua”.

Ouça a gravação no RadioTube:


domingo, 5 de junho de 2016

ALO COMUNIDADE 312 JUSCELINO TOMÁS BARTOLOMEU XAVIER

 



Nesta edição Fábio Mozart entrevista o ativista cultural Juscelino Tomás e o poeta cordelista Bartolomeu Xavier da cidade de Caiçara. Sonoplastia de Beto Lucas.

Continua o debate sobre machismo no MULTIMISTURA - Bloco 2



--- Poema de Lau Siqueira fala sobre o medo.
--- Debate sobre "comunicadores" da Paraíba que não respeitam os direitos humanos.
--- Todo homem é um estuprador em potencial?
--- Artistas da Paraíba não têm espaço no rádio paraibano. Pertnaz fala do jabá e da força da internet na divulgação de sua obra.
--- Delação premiada revela nossos ouvintes: Margaret Bandeira, Sander Lee, Thiago Alves, Eudo Jansen, Adeildo Vieira e Zuma Nunes.
Se liga aí, galera:



 

MULTIMISTURA NO AR


NESTA EDIÇÃO, FÁBIO MOZART E IVALDO GOMES BATEM UM PAPO FEDERAL COM O DJ PERTNAZ, QUE CEDEU SEU ESTÚDIO PARA A GRAVAÇÃO DO PROGRAMA.

 

Rolou Hip Hop, papo sobre saúde pública e precariedade do Hospital da Unimed, a confusão dos golpistas, o fenômeno do garoto que enricou aos sete anos e outras obras da natureza.

 

O femismo e o feminismo, qual a diferença? Pertnaz explica. Sexo coletivo e degradação da mulher também fez parte do debate neste bloco.

 

Escute no RádioTube:

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sábado, 4 de junho de 2016

Ativista cultural de Caiçara está no ”Alô comunidade” de hoje (4)

O ativista Cultural Jocelino Tomaz, de Caiçara, visita o programa Alô comunidade para apresentar seus projetos relacionados a livro e leitura, na cidade de Caiçara, Paraíba.

Coordenado pelo técnico judiciário Jocelino Tomaz de Lima, da Comarca de Caiçara, o Grupo Atitude desenvolve, voluntariamente, projetos educacionais e culturais em três unidades prisionais do Estado: Caiçara, Belém e Serraria. A prioridade é a promoção da leitura e, para a realização das atividades, trabalham cerca de 50 voluntários.

Produção e apresentação de Fábio Mozart (Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares)
O programa começa às 14 horas pela Rádio Tabajara da Paraíba AM (1.110 KHZ) e em tempo real no portal da emissora: