Ouça nossa webradio

terça-feira, 23 de maio de 2017

ALO COMUNIDADE ARACILIO ARAUJO

 

Nesta edição Fabio Mozart entrevista o forrozeiro paraibano Aracilio Araujo. Sonoplastia de Beto Lucas.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

ALO COMUNIDADE 352 HERMANO JOSE FALCONE

 



Nesta edição entrevistamos o médico e psicólogo Hermano José Falcone, que fala sobre o fenômeno "Baleia Azul". Também trouxemos sonora com a vice-governadora da Paraíba, Lígia Feliciano, sobre segurança alimentar e parcerias com países africanos.

sábado, 20 de maio de 2017

Forrozeiro itabaianense é o entrevistado da semana no “Alô comunidade”

O “Alô comunidade” recebe Aracílio Araújo na edição deste sábado (20) na Rádio Tabajara da Paraíba AM (1.110 KHZ). Ancorado por Fábio Mozart, o programa começa às 14 horas e pode ser ouvido também pela internet, no portal da emissora: www.radiotabajara.pb.gov.br

Entre outras parcerias famosas, Aracílio gravou com Alceu Valença no CD intitulado “Forró de Todos os Tempos”, assinando cinco de suas obras. No dizer de Alceu Valença, o compositor e cantor Aracílio Araújo, “É uma formidável máquina de fazer forró”. De fato, desde 1971, quando deixou a sua terra natal, não parou de emplacar as suas composições na gravação dos mais renomados artistas nacionais, como o próprio Alceu Valença; Elba Ramalho; Fagner; Marinês e Sua Gente, além de artistas de sucesso regional como: Flávio José, Alcimar Monteiro, Maciel Melo e muitos outros.

terça-feira, 9 de maio de 2017

ALO COMUNIDADE 350 Manuel Batista e Fabio Brito

 



Nesta edição Fábio Mozart entrevistou  o Diretor de Cultura de Mari, Fábio Brito e o poeta Manuel Batista.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Protagonismo das mulheres e democratização da comunicação estão entre os destaques da Carta de Tarapoto



Entre os dias 28 de abril e primeiro de maio, diversas organizações, povos tradicionais e movimentos sociais de nove países se reuniram em Tarapoto, no Peru, para o VIII Fórum Social Panamazônico. O resultado dos debates realizados ao longo desses dias é a Carta de Tarapoto, um documento que reúne propostas de luta, resistência e mudanças para a preservação da panamazônia.

De acordo com Ismael Vega, do Comitê Internacional do Fórum, o evento foi um sucesso, principalmente pelo seu caráter participativo e democrático, e pela visibilidade dos aspectos mais importantes da agenda política dos povos da Amazônia. Vega afirma que a carta questiona o atual sistema capitalista e neoliberal, com o objetivo de construir novos paradigmas. Ele destaca ainda a participação das mulheres e a entrada da democratização da comunicação entre os pontos do documento.

Diana Aguiar, da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE), também avalia o evento positivamente. Para ela, o Fórum foi um espaço de aprendizado sobre o que tem ocorrido na panamazônia, de diversidade e riqueza.

Pela primeira vez na história do Fórum, a comunicação esteve entre os principais eixos temáticos, juntamente com as mulheres, a descolonização, megaprojetos, soberania e segurança alimentar, mudanças climáticas, educação e cidades.

Para Aguiar, dar voz às mulheres é fundamental, porque são elas que estão construindo tanto as resistências quanto as alternativas. No Fórum, além de terem um espaço específico elas ainda estiveram de forma transversal em todos os espaços. A realização do Tribunal de Justiça e Defesa dos Direitos das Mulheres Amazônicas e Andinas, composto somente por mulheres também foi um ponto alto do evento e será integrado às próximas edições.

Sobre o tema da democratização da comunicação, Diana Aguiar lembra que muitas vezes os movimentos não percebem a questão como política. De acordo com ela, é fundamental que a comunicação tenha destaque nesse contexto.

A Carta de Tarapoto pode ser encontrada no site do evento: www.forosocialpanamazonico.com. O próximo Fórum Social Panamazônico será realizado na Colômbia. (pulsar)